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SONETO TEMPO

  • Foto do escritor: Celma Pinto S Póvoa
    Celma Pinto S Póvoa
  • 21 de mar. de 2024
  • 1 min de leitura

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AINDA AQUELE TEMPO DA JOVIALIDADE

A BOCA SE ALARGAVA E ENCOLHIA

NA GARGANTA O SOM SE FAZIA

MOVER COM RISOS À COMPANHIA

 

DE REPENTE DO SILÊNCIO UM TROVÃO

AS MÃOS SE ACOLHEM EM UNIÃO

O CORAÇÃO SE ACALMA AO VER A GRATIDÃO

AO ANDAR NO TEMPO COMO GALARDÃO

 

FAZ-SE DO TEMPO CONHECIMENTO

FAZ-SE DO CONHECIMENTO ESTAR ATENTO

FAZ-SE DAQUELE TEMPO O AGORA

 

E QUANDO ASSIM O TEMPO NÃO FOR

MAIS A DISTÂNCIA ABRAÇE A ALEGRIA

DE VIVER O EU NA ESTAÇÃO E NA OCASIÃO.

 

 

 

Luís Eduardo Magalhães, Bahia Brasil 21 de março de 2024

Celma Pinto dos Santos Póvoa

 
 
 

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