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POESIA TELHA

  • Foto do escritor: Celma Pinto S Póvoa
    Celma Pinto S Póvoa
  • 10 de set. de 2021
  • 1 min de leitura

Atualizado: 29 de mai. de 2022



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TELHA


Ao longo dos anos foram ganhando perfeição.


O mais importante é o grau de união.

De ombro a ombro ocupam a posição.

E ficam juntas não importa a ocasião.


Surgiram com os progressos da cozedura da argila para transformar em cerâmica pelas mãos do oleiro, do amassa barro e o forneiro.

Assim:


Segundo a literatura os irmãos franceses, um encaixe.

Uma peça de barro cozido, desmedido, dolorido tudo feito de barro virgem.


Ao longo do tempo outros materiais foram surgindo como pedra, metal, fibras e vidros.

A telha é cobertura de residências, edifícios e prédios por intermédio da inteligência do


homem.


Encaixadas umas nas outras e simetricamente dispostas, cobrem uma construção.

É tecnologia, avanço e revolução.


Mesmo em pedaço continua sua missão, serviu de alívio para Jó quando sofria com feridas terríveis na perna no joelho e na mão.


Abrigo, cobertura, aconchego.


Na falta dela entra a lona e papelão e junto a desilusão a ponte, o viaduto ou o lixão.

Cavernas, vazio e solidão.


Uma telha permite paz na mente e conforto no coração, prazer e satisfação.

A telha vem do barro e vem do chão mais ao alto é sua melhor posição aconchego conforto e proteção.


As boas ações? Pregai aos telhados.





Luís Eduardo Magalhães, Bahia - Brasil, 09 de setembro de 2021.


Celma Pinto dos Santos Póvoa






 
 
 

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