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CRÔNICA O SINAL

  • Foto do escritor: Celma Pinto S Póvoa
    Celma Pinto S Póvoa
  • 19 de mai. de 2021
  • 1 min de leitura

Atualizado: 29 de nov. de 2021



O Sinal


Formosos, brilhantes

Exclusivamente destinados a controlar, ordenar e dirigir o transito de veículos, ciclistas e pessoas.


Luminosos.


Comunicam mensagens de forma rápida e clara.

Organizam a circulação urbana.

Dispositivos em olhos brilhantes.


Que do alto, certificam faixas e marcas feitas com tintas no pavimento onde todos percebem ao longe. São as fieis companheiras em horizontal. Em cores brancas o mesmo sentido.


Em amarelas sentidos opostos. E de faixa em faixa o trânsito se encaixa.

Permite escoamento do tráfego, sem incidente, sem sofrimento.


Vertical. Em pé e sem cansaço, piscam carinhosamente aos condutores quando se devem parar e doar ao outro o direito de ir e vir.


Pedestres e arborização nativa, uma boa combinação. É pátrio.

Motoristas sábios e contentes com o progresso, enche o peito com sorrisos felizes.


Ciclovias, ciclo faixas. Ciclo da vida!

O Sinal é caminhada.


Em amarelo chama atenção.

Vermelho dá-se a mão. É respeito.


Verde prossiga e seja feliz.

E no sinal também tem doce.


Luís Eduardo Magalhães, adolescente gigante menino que abraça agente!




Luís Eduardo Magalhães, Bahia- Brasil 19 de maio de 2021.


Celma Pinto dos Santos Póvoa



Créditos de imagens: @prefeituralempublicacoes


 
 
 

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